quarta-feira, 31 de março de 2010

Produtos 'naturais' para emagrecer têm mistura de remédios pesados





Agência americana detectou presença de anfetaminas e laxantes neles.
Não existe fórmula mágica para o emagrecimento, lembra médico.
O FDA, agência reguladora do mercado de medicamentos e alimentos dos Estados Unidos, publicou uma lista com produtos pretensamente naturais misturados com medicamentos. Esses produtos antes vendidos livremente foram retirados do mercado de forma voluntária pelos fabricantes ou recolhidos pelas autoridades. Todos eram vendidos como suplementos naturais para emagrecimento. A primeira lista foi publicada em dezembro de 2008, com 28 marcas.
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Quando foram analisados nos laboratórios, a surpresa: dentro da pílulas foram encontrados medicamentos como anfetaminas, diuréticos, laxantes e sedativos.
O mercado relacionado com o emagrecimento, somente nos Estados Unidos movimentou US$ 56 bilhões em 2008. Para este ano, mesmo com crise econômica, a previsão é de um crescimento de cerca de 15% nos gastos com suplementos dietéticos, tratamentos médicos e cosméticos.
No Brasil, a Agência de Vigilância Sanitária também vem atuando nesse mercado, recolhendo produtos de forma constante nos últimos anos. Em 1997 o Conselho Federal de Medicina publicou uma resolução proibindo a prescrição associada de anfetaminas e outros medicamentos com fins de emagrecimento.
Um jornal da comunidade brasileira no estado de Massachussets relatou a apreensão de comprimidos para emagrecer naturais, contrabandeados do Brasil para os Estados Unidos, onde eram vendidos como tratamentos naturais. Uma brasileira foi internada com sintomas cardíacos causados pelos remédios, o que acabou levando à fonte das pílulas.
A solução mágica para emagrecer infelizmente não existe. Somente uma dieta equilibrada, exercícios físicos e hábitos saudáveis de vida podem ter um efeito duradouro, sem colocar a saúde em risco.

Luis Fernando Correia é médico e apresentador do "Saúde em Foco", da CBN.

Anvisa alertará sobre riscos, mas não proibirá medicamento contra obesidade.




Sibutramina foi proibida na Europa por risco de doenças cardiovasculares.
Parecer definitivo da agência deverá ser dado em fevereiro.

A substância sibutramina, utilizada no tratamento da obesidade, continuará liberada no Brasil, informou ao G1 o diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Dirceu Raposo, nesta terça-feira (26). Segundo ele, o órgão fará um alerta sobre os riscos cardiovasculares trazidos pelo medicamento, mas não irá proibi-lo.

Os medicamentos à base de sibutramina – vendidos sob os nomes Reductil, Reduxade, Zelium e Meridia – foram suspensos na Europa na última quinta-feira (21). Para a Agência Europeia de Medicamentos (Emea), a substância pode causar problemas como ataque cardíaco ou derrame.

Segundo Raposo, a Anvisa optou por não proibir o remédio porque os estudos que fundamentaram a decisão do Emea foram feitos em pacientes que já tinham riscos cardíacos. “Fica o alerta para que os médicos façam uma avaliação bem criteriosa, observando se os pacientes têm alguma doença ou condição prévia, como diabetes ou hipertensão.”

Em fevereiro, uma câmara técnica da Anvisa fará uma análise mais detalhada sobre a sibutramina e emitirá um parecer. Com base nesse estudo, a agência poderá mudar a bula do remédio, impor maior controle sobre a emissão de receitas ou mesmo proibir a substância.

Mais risco

No final de 2009, um grupo norte-americano pediu a proibição do medicamento nos EUA. Um estudo analisado pela agência responsável pelo controle de drogas e alimentos no país (FDA, na sigla em inglês) havia indicado que 11,4 % dos pacientes que tomaram medicamento à base de sibutramida morreram ou sofreram paradas cardíacas ou derrames, enquanto o número foi de 10% para os pacientes que tomaram placebo (pílulas falsas feitas de açúcar).

A decisão da agência brasileira é parecida com a norte-americana, que na última quarta-feira (21) lançou um comunicado pedindo que os fabricantes de medicamentos aumentassem as contraindicações, mas não proibiu o uso da substância.

'Primeira opção'

Segundo o endocrinologista José Marcondes, do hospital Sírio-Libanês, a sibutramina é a primeira o opção no tratamento da obesidade, já que outras drogas que combatem o problema podem apresentar ainda mais efeitos colaterais. “Das opções que a gente tem, é a mais segura. Quem não reage [à sibutramina] tem que usar drogas mais antigas”, afirma.

O médico avalia que os efeitos positivos contra a obesidade compensam os efeitos colaterais. “Sabemos que na obesidade temos aumento da frequencia cardíaca e de pressão. Revertendo isso, diminuem o nível de pressão e frequência. É um risco que vale a pena”, avalia.

Marcondes ressalta, contudo, que os pacientes devem ter acompanhamento das suas condições cardiovasculares durante o tratamento. “São necessários exames de rotina, como tirar pressão e avaliar a frequência cardíaca”. O médico avisa também que o medicamento só é prescrito nos casos em que os pacientes não conseguem vencer a obesidade por meio de exercícios físicos e de mudanças na alimentação.

Fonte: Iberê Thenório (G1), São Paulo

terça-feira, 30 de março de 2010

VIVA MELHOR COM A NATAÇÃO E OS ESPORTES AQUÁTICOS







A natação não pode ser considerada simplesmente um esporte. Ela também está relacionada com a saúde.
A natação para crianças asmáticas ou com bronquite, quando bem orientadas, é importante para a melhora da doença.
A Natação também é uma boa opção de atividade física para gestantes, sendo que água facilita a atividade física porque reduz a dificuldade do peso extra adquirido na gravidez. A natação durante a gravidez melhora a circulação, a força e a resistência muscular, melhora a qualidade do sono e aumenta o gasto calórico, evitando o ganho excessivo de peso.
Para os idosos, essa atividade física é uma forma de integrar o idoso à sociedade e também uma maneira de tratá-lo de doenças como as articulares, pulmonares, cardíacas ou musculares. Esse esporte é bom para todas as idades, porque descansa o corpo e a mente e relaxa das tensões do nosso dia-a-dia.
Para as pessoas que praticam esse esporte visando competições, o desempenho depende muito de uma boa alimentação durante e após os treinos e competições, pois a falta de nutrientes pode ser prejudicial aos atletas e para aqueles que fazem da natação um lazer também aproveita muito desse esporte porque é uma ótima atividade para se divertir.

Veja alguns benefícios deste esporte:

• A natação contribui no desenvolvimento físico, ou seja, fortalecer grande grupo muscular.

• Melhora a coordenação dos movimentos e aumentar a resistência cárdio-respiratória.

• Contribui no desenvolvimento psicológico e social.

• Combate o estresse e a obesidade.

• Auxilia no tratamento de bronquite e asma.

Para conseguir atingir uma melhora considerável em seu condicionamento físico, é preciso nadar durante 1 mês, 3 vezes por semana e 45 minutos por dia.
Quem está começando deve nadar somente crawl e costas. Depois, deve fazer alguns exercícios corretivos e iniciar peito e borboleta, de acordo com seu professor e sua habilidade e capacidade física. A freqüência cardíaca recomendada é de até 75%.
Recomenda-se sempre o acompanhamento de um professor porque, apesar de o condicionamento físico apresentar evolução no início, com o passar do tempo, ele fica estacionado, já que não há instrução de um profissional.

Quanto se gasta em kcal?
Para uma aula de natação há um gasto calórico médio é de 400 a 530 kcal/hora.

Observação: A queima das gordurinhas depende do sexo, idade, metabolismo e condicionamento físico da pessoa.

Dicas de hidratação

Nadadores que habitualmente perdem mais de 1% de peso corporal durante a prática, devem ser incentivados a beber mais, para ficar mais hidratados.

Evite bebidas gasosas que podem causar inchaço e reduzir a quantidade de líquido consumido.

Evite bebidas com cafeína e alcoólicas, pois pode fazer o corpo perder líquido.


Lembre-se: toda prática esportiva ou de alguma atividade física deve ser orientada e acompanhada por um profissional de educação física.

DESVIOS POSTURAIS





Uma boa postura é a atitude que uma pessoa assume utilizando a menor quantidade de esforço muscular e, ao mesmo tempo, protegendo as estruturas de suporte contra traumas. Os desvios posturais tais como a lordose cervical, cifose dorsal, lordose lombar e escoliose podem levar ao uso incorreto de outras articulações, tais como as dos ombros, braços, articulações temporo-mandibulares, quadris, joelhos e pés. Manter posturas erradas por tempo prolongado pode acarretar alterações posturais ocasionando enrijecimento das articulações vertebrais e encurtamento dos músculos.

Esses defeitos estruturais causam alterações das curvaturas normais da coluna vertebral, tornando-a mais vulnerável as tensões mecânicas e traumas.

Lordose

É o aumento anormal da curva lombar levando a uma acentuação da lordose lombar normal (hiperlordose). Os músculos abdominais fracos e um abdome protuberante são fatores de risco. Caracteristicamente, a dor nas costas em pessoas com aumento da lordose lombar ocorre durante as atividades que envolvem a extensão da coluna lombar, tal como o ficar em pé por muito tempo (que tende a acentuar a lordose).

A flexão do tronco usualmente alivia a dor, de modo que a pessoa frequentemente prefere sentar ou deitar.

Cifose

É definida como um aumento anormal da concavidade posterior da coluna vertebral, sendo as causas mais importantes dessa deformidade, a má postura e o condicionamento físico insuficiente. Doenças como espondilite anquilosante e a osteoporose senil também ocasionam esse tipo de deformidade.


Escoliose


É a curvatura lateral da coluna vertebral, podendo ser estrutural ou não estrutural. A progressão da curvatura na escoliose depende, em grande parte, da idade que ela inicia e da magnitude do ângulo da curvatura durante o período de crescimento na adolescência, período este onde a progressão do aumento da curvatura ocorre numa velocidade maior. O tratamento fisioterápico usando alongamentos e respiração são essenciais para a melhora do quadro.

quinta-feira, 18 de março de 2010

MANUAL DO CORPO SAUDÁVEL






Seis dicas para não se machucar durante os exercícios:

1. Aquecer: É importante para preparar os músculos e deve ser feito antes de qualquer exercício.

2. Fortalecer Músculos: Músculos fortes que mantenham a postura agem como protetores das articulações.
3. Avaliação: É importante não só para registrar as medidas, mas para refletir sobre os objetivos.

4. Orientação: A orientação de um professor de educação física evita os excessos de cargas nas aulas.
5. Sensibilidade: O aluno deve dar importância à dor e a qualquer sinal de desconforto.
6. Descanso: Os músculos precisam de tempo para se recuperar e se desenvolver.


Fonte: Revista Época

quarta-feira, 17 de março de 2010

LESÃO NA ACADEMIA




Saibam Quais São Os Exercícios Mais Arriscados E Os Sinais De Que Algo Não Vai Bem:

O trio da lesão – Articulações dos joelhos, das costas e dos ombros são as que mais sofrem.

Lesão Intervertebral ou Hérnia de Disco

O que é: Deformação dos discos localizados entre as vértebras. Há vazamento de um tecido cartilaginoso para o canal medular, aumentando o atrito entre as vértebras.

Causa: Exercícios de impacto e sobrecarga na região lombar, associadas à predisposição genética.

Sintomas: Dor, formigamento e fraqueza.

Tratamento: Fisioterapia, medicamentos e em alguns casos, cirurgia.

Os exercícios que podem machucar:

  • Mini Trampolim (jump) – O impacto pressiona os discos intervertebrais, se for realizado sem orientação técnica adequada.
  • Agachamentos – A carga pode sobrecarregar a coluna na região lombar, se for realizado sem orientação técnica adequada.
  • Abdominais – O aluno força o pescoço em vez dos músculos abdominais.

Lesão no Manguito Rotator ou Síndrome do Impacto

O que é: Conjunto de músculos e tendões responsáveis pela articulação do braço.

Causa: Movimentos com elevação do braço acima da linha dos ombros.

Sintomas: Dor, que pode irradiar para os braços, e inchaço.

Tratamento: Fisioterapia, medicamentos e em alguns casos, cirurgia.

Os exercícios que podem machucar:

  • Barra Atrás da Cabeça A lesão ocorre quando o aluno permite que o peso do equipamento leve o braço para a posição original muito rápido.
  • Levantamento de Halteres – A falta de condicionamento e o excesso de carga sobrecarregam a articulação do ombro.

Lesão no Tendão Patelar, ou Joelho de Saltador

O que é: Estrutura que liga a patela à tíbia e ajuda na extensão do joelho.

Causa: Atividades de alto impacto, exercícios de força, má postura e flacidez muscular.

Sintomas: Dor, inchaço, enrijecimento e dificuldade para estender a perna.

Tratamento: Uso de medicamento, imobilização, infiltração e, se houver ruptura, cirurgia.

Os exercícios que podem machucar:

  • Aula de bicicleta (bike indoor) – A má postura causa a lesão: joelhos abertos, à frente da linha dos pés, ou regulagem inadequada do banco.
  • Corrida – Falta de preparo muscular do aluno, tênis sem amortecimento e excesso de peso.
  • Musculação – O excesso de carga, o ajuste inadequado da máquina e a má postura na execução do exercício levam à lesão.

PROCURE UM PROFISSIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA FORMADO E HABILITADO PARA REALIZAR EXERCÍCIOS COM SEGURANÇA E EFICÁCIA.

Fonte: Resvista Época

segunda-feira, 15 de março de 2010

FABIANA MURER APROVEITA NOVO FRACASSO DE ISINBAYEVA E LEVA OURO NO MUNDIAL INDOOR





Brasileira salta 4,80m e ganha medalha inédita para as mulheres do país

A musa caiu de novo. A exemplo do que tinha acontecido em Berlim, no ano passado, Yelena Isinbayeva sequer subiu ao pódio do salto com vara no Mundial Indoor de Doha. A diferença é que, neste domingo, o Brasil aproveitou a porta aberta. Fabiana Murer saltou 4,80m e ganhou a primeira medalha de ouro feminina do país na história da competição. Na hora do Hino Nacional, com a medalha no peito, a saltadora se permitiu trocar o tradicional choro pelo largo sorriso.

- A Yelena é sempre favorita, mas hoje não foi o dia dela, foi o meu. Estou contente, mas não por ter vencido uma ou outra adversária, e sim por fazer o meu trabalho e terminar em primeiro lugar - festejou Fabiana, em entrevista ao SporTV logo após a prova.

Após a frustração com a perda da vara nas Olimpíadas de Pequim e o quinto lugar no Mundial da Alemanha, desta vez a brasileira não decepcionou. O sorriso depois da prova mostrava que, em Doha, a sensação era de dever cumprido.

- Não foi fácil a competição, foi muito dura. Agora acabou, vou pensar na próxima e continuar trabalhando para chegar mais vezes ao lugar mais alto do pódio - prometeu à saltadora, que tinha conquistado o bronze no Mundial Indoor de Valência, em 2008.

GLOBOESPORTE.COM Doha, Qatar

KEILA COSTA GARANTE O BRONZE NA DISPUTADA FINAL DO SALTO EM DISTÂNCIA DE DOHA



A campeã olímpica Maurren Maggi desfalcou a equipe brasileira no Mundial Indoor de Doha, mas o país foi bem representado por Keila Costa na final do salto em distância, neste domingo. A pernambucana de 27 anos conquistou a medalha de bronze após saltar 6,63m. O ouro ficou com a americana Brittney Reese (6,70m).
Logo na primeira tentativa na final do salto em distância, Keila Costa fez sua melhor marca da temporada (6,63m). Com este salto, a brasileira ocupou a terceira colocação, mas o desempenho ruim nas outras quatro tentativas (6,39m, 6,48m e duas chances queimadas) quase atrapalhou o caminho da pernambucana até a medalha de bronze.
A estoniana Ksenija Balta também saltou 6,63m e chegou a ficar em terceiro no critério de desempate. Mas na última tentativa, Keila fez 6,63m novamente, enquanto Balta marcou 6,60m. Só depois disso a pernambucana respirou aliviada e comemorou a conquista.
- Eu já estava muito feliz por ter entrado na final. Mas, depois que eu vi que as marcas estavam baixas, que ninguém estava indo muito bem, resolvi ir para cima e consegui desempatar no final - disse.
A americana campeã mundial Brittney Reese conquistou a medalha de ouro com a marca de 6,70m garantida em sua primeira tentativa. A portuguesa Naide Gomes ficou com a prata ao saltar 6,67m.

GLOBOESPORTE.COM Doha, Qatar

quinta-feira, 11 de março de 2010

CANSAÇO DURANTE EXERCÍCIO PODE SER SINAL DE PROBLEMAS





Um, dois, três, quatro. Quatro, três, dois, um! De novo: um, dois, três, qua-tro, trêeees, d-o-i-s.... Afê.

Não aguento, chega! Parece engraçado, mas essa sensação de cansaço é muito comum e atrapalha muita gente na hora de treinar.

Falta de preparo físico, respiração errada, pouco descanso, desidratação e alimentação incorreta são algumas das principais causas do problema.

Muita gente começa a treinar achando que a quantidade de exercícios interfere no resultado final e daí exagera na medida, descansam pouco, treinando demais e assim comprometem a saúde. Se o problema é a falta de preparo físico, o treino tem que ser gradativo.

Para que o aluno melhore o rendimento, não basta ficar sempre na mesma intensidade. É necessário que comece a receber pequenos estímulos para que a frequência cardíaca varie entre a alta e a normal. Só assim o condicionamento físico vai melhorar e o aluno vai poder dar adeus ao cansaço.

O primeiro passo

Faça uma avaliação física antes de iniciar o treino. É por meio dela que detectamos problemas de saúde e descobrimos o treino mais adequado. A avaliação é simples e pode ser feita na academia, hospital, laboratório ou clube.

Com a avaliação, podemos programar a intensidade e a potência do treino, sem prejuízos para a saúde. O programa de treinamento deve ser progressivo, ou seja, avançar de acordo com o nível de condicionamento físico e necessidade do aluno.

Você sabe como está a sua pressão?

A pressão sanguínea demonstra a resistência do seu coração. Se você tem um melhor condicionamento físico, em decorrência da prática regular de exercícios físicos, e segue uma alimentação balanceada, a pressão fica mais baixa.

Por isso, o exercício é um ótimo aliado para prevenir e controlar a pressão alta. Durante o exercício físico, a pressão tende a subir, mas o nosso organismo se adapta a situação, permitindo a dilatação ou constrição dos vasos sanguíneos, ajudando a mantê-la estável. Se ela se alterar muito, é sinal de que tem algo errado com o seu organismo.

Nível de ferro

Um dos motivos para o cansaço que impossibilita a manutenção do nível de esforço pode ser a ocorrência de anemia, que se caracteriza pela baixa quantidade de ferro no organismo. O médico deverá interpretar o seu exame para decidir se você deve ou não treinar e qual seria a intensidade do treino.

Nível de colesterol

Ele também indica como anda seu coração, e se as taxas de gordura no sangue não estão elevadas ao ponto de obstruir as artérias e aumentar a pressão sanguínea.

Gordura corporal

Se os índices de gordura corporal forem altos, a tendência é que a pessoa sinta mais cansaço até voltar ao peso ideal. O ideal é que o profissional de educação física e o profissional de nutrição trabalhem juntos para não deixar que o atleta exagere na dose de exercícios e comprometa a saúde.

Depois do check up, o treino.


1. Comece devagar, faça exercícios de 3 a 4 vezes por semana em dias alternados e vá aumentando a intensidade e os dias de exercício.

2. Mantenha uma rotina de 4 a 6 vezes por semana de exercícios regularmente.

3. Faça um bom aquecimento antes dos exercícios e alongamento depois do treino.

4. Beba água na quantidade certa. A hidratação é fundamental para repor líquidos e nutrientes, perdidos durante os exercícios.

5. Use roupas e calçados apropriados para a atividade que você irá fazer. As roupas devem ser leves. Se forem pesadas e muito quentes, poderão aumentar o cansaço durante o exercício. O mesmo serve para os calçados. Se forem inadequados, poderão incomodar e até machucar os pés durante e depois do exercício e causar cansaço em excesso.

6. Use boné, óculos e protetor solar se você estiver treinando na rua e prefira um horário em que o sol está mais fraco.

7. Respeite o seu limite e período de descanso de acordo com o seu nível de condicionamento físico e a atividade praticada.

8. Respire pela boca, pois há um maior fluxo de oxigênio. Quanto mais intenso, mais curta se torna a respiração. É importante fazer exercícios respiratórios para melhorar o seu fluxo respiratório. O yoga é uma boa dica para melhorar a respiração.

EXERCÍCIO FÍSICO INFLUENCIA SOBRE A SAÚDE MENTAL





Estima-se que nos Estados Unidos 7,3% da população (22 milhões de pessoas) têm algum transtorno de ansiedade que requer algum tratamento. Em alguns casos o exercício físico pode ser usado como um auxiliar neste tratamento ou como uma alternativa à psicoterapia ou medicamentos.
Todos têm ansiedade, mas nem todos têm ansiedade alta sempre, a não ser as pessoas com ansiedade traço, pois estas podem ter nascido com uma maior predisposição ansiosa. Ansiedade que incomoda surge quando algo ameaça a pessoa de uma forma que ela não se sente segura. Pode ser algo em seu interior ou exterior, ou ambos.
Landers and Petruzzello (1994) examinaram os resultados de 27 revisões científicas conduzidas entre 1960 e 1991 e encontrou que em 81% deles os autores haviam concluído que atividade física e um bom preparo físico estavam relacionados com a redução da ansiedade. Para os outros 19% os autores haviam concluído que havia alguns dados divergentes, embora fossem apoiadores deste benefício.
Há seis metas - análises examinando o relacionamento entre exercício e redução de ansiedade, englobando cerca de 164 estudos revisados. Todas encontraram que os exercícios foram benéficos para reduzir a ansiedade, seja alta ou baixa, traço ou estado.
Outra avaliação revisou 35 estudos clínicos envolvendo 1076 indivíduos confirmando os mesmos achados estatisticamente significantes de que exercícios físicos reduzem a pressão arterial, diastólica e sistólica, entre pessoas com pressão arterial normal.
As metas - análises mostram que os maiores benefícios do exercício para reduzir a ansiedade ocorrem quando:
1) O exercício é aeróbico (correr, nadar, andar de bicicleta, caminhar rápido, etc.) e não anaeróbico (handebol, musculação, etc.);
2) A duração do exercício aeróbico é pelo menos 10 semanas e preferencialmente mais do que 15 semanas, e
3) Os indivíduos têm inicialmente mais baixos níveis de aptidão ou mais altos níveis de ansiedade (pessoas com doença do pânico, doenças coronarianas, etc.).
É digno de nota que a prática de exercícios físicos pode produzir uma redução da ansiedade de modo semelhante como outras técnicas de tratamento, como terapia e medicamentos.

segunda-feira, 8 de março de 2010

O QUE É SEDE?





SEDE é uma sensação de caráter geral, iniciada por estímulos originados dentro do próprio organismo e não do meio ambiente. Os estímulos são detectados por receptores através de impulsos inatos que garatem a sobrevivência e gera a motivação que impele o organismo a providenciar aquilo o que lhe falta. A satisfação do impulso elimina a origem da sensação de caráter geral. Os sintomas da sede podem ser dividos entre falsa sede, quando esta é eliminada umedecendo-se a mucosa da boca e verdadeira sede, quando este procedimento alivia, mas não cessa os sintomas.

Por que sentimos sede?

A água que temos em nosso organismo, possui uma enorme quantidade de sódio dissolvido. Quando perdemos líquido pela urina, pelo suor ou ainda na forma de vapor, pela respiração; aumenta a concentração desse mineral no sangue. O cérebro, ao notar o excesso de sódio, estimula a produção de certos hormônios, pela glândula hipófise, que desencadeiam a inconfundível e desagradável sensação de sede.

Por que sentimos sede quando estamos de ressaca?

Quando ingerimos álcool, a tendência é que a substância seja eliminada através da urina. Isso pode levar a desidratação do organismo. A sede é uma resposta à necessidade corpórea de repor o líquido perdido.

Como é um composto prejudicial ao bom funcionamento das células, o álcool se torna altamente diurético. "Por isso, o organismo tenta eliminá-lo de alguma forma", explica o gastroenterologista da Fundação Riograndense Universitária (Furg), Antônio Silva.

De acordo com o especialista, as bebidas com maior teor alcoólico agravam a desidratação. O médico afirma que tomar água com a bebida diminui os efeitos da ressaca no dia seguinte.

"Ao tomarmos água intercalada com bebida, ajudamos o organismo a se hidratar. Ao mesmo tempo, bebemos menos, pois reduzimos a capacidade do estômago de receber líquido”.

Marco Augusto Teixeira

POR QUE SUAMOS?





O suor é uma secreção das glândulas sudoríparas encontradas na pele dos mamíferos (perda de fluído líquido), constituído por cloreto de sódio e uréia em solução.
Nos seres humanos, o suor é uma forma de excretar dejetos de nitrogênio e também uma forma de regular a temperatura, que deve ficar entre 36º C e 36,8ºC, ideal para o funcionamento de todos os órgãos.
Quando a temperatura do organismo ultrapassa 37ºC, o suor age como um mecanismo de refrigeração, assim quando um indivíduo sente calor por causa de um exercício ou quando está quente mais suor é produzido.
A quantidade de suor depende de fatores genéticos e também das condições climáticas, uma pessoa que está acima do peso tende a transpirar mais.
Diferentemente do que muitas pessoas acreditam o suor não possui odor. O “mau cheiro” é provocado pelas bactérias que vivem na pele, quando uma parte pouco arejada está suada, as bactérias conseguem se proliferar e assim causar o odor desagradável.
A transpiração (suor) excessiva é chamada de hipersudorese ou hiper-hidrose.
Por Thiago Ribeiro
Equipe Brasil Escola

quarta-feira, 3 de março de 2010

ÍNDICE DE MASSA CORPORAL




O Índice de Massa Corporal (IMC) relaciona o peso e a altura do avaliado a fim de verificar se o mesmo excede ao da média da população. Apesar de não discriminar os componentes gordo e magro da massa corporal total, é o método mais prático para avaliar o grau de risco associado à obesidade. Este índice pode ser obtido dividindo-se o peso corporal pelo quadrado da altura em metros. Ele serve como apenas como um parâmetro de comparação!

PESO ( em Kg )

(ALTURA em metro) 2

Entenda seu Índice de massa corporal

IMC <>Peso abaixo do normal. Mas se o biotipo da pessoa for longilíneo - alongado - pode ser que o total de gordura esteja correto. Caso contrário há maior predisposição para males como desnutrição e infecções pulmonares (por falta de nutrientes, o sistema de defesa do corpo fica prejudicado e não combate com eficiência vírus e bactérias)

IMC entre 20 e 25 - peso normal: Faixa de peso saudável. Um I.M.C. de 20 - 25 representam um risco mínimo de problemas de saúde associados à obesidade. Peso abaixo do normal. Mas se o biotipo da pessoa for longilíneo - alongado - pode ser que o total de gordura esteja correto. Caso contrário, há maior predisposição para males como desnutrição e infecções pulmonares (por falta de nutrientes, o sistema de defesa do corpo fica prejudicado e não combate com eficiência vírus e bactérias).

IMC entre 25.1 e 29.9 – sobrepeso: Classificado como excesso de peso. Começam a aparecer às chances de surgimento de complicações como diabetes, hipertensão arterial e colesterol. Nas mulheres, se a cintura for maior do que 80 centímetros, os riscos aumentam ainda mais. E mesmo se o IMC for menor do que 25, mas a cintura ultrapassar 80 centímetros, é bom entrar em estado de atenção. Essa medida, sozinha, já predispõe ao aparecimento de males.

IMC entre 30 e 39.9 – obesidade: Nessa faixa, as chances de ocorrência de hipertensão, colesterol elevado e diabetes aumentam consideravelmente. Também sobem os riscos de surgimento de doenças relacionadas às juntas articulares. Nas mulheres, combinado com cintura maior do que 88 centímetros, esse IMC é sinônimo de perigo ainda maior. E, mesmo se o índice for menor, mas se a cintura for maior do que 88 centímetros, o perigo continua.

IMC > 40 - obesidade mórbida: Considerada obesidade mórbida, é quase sempre acompanhada de várias doenças relacionadas ao excesso de peso. Se a paciente não emagrecer com dietas, exercícios e remédios costumam-se indicar uma cirurgia para diminuir o tamanho do estômago. Se estiver acima de 40, você pode estar correndo o risco de ter problemas de saúde ocasionados pela obesidade, tais como, diabetes, doenças do coração, colesterol alto, hipertensão, e algumas formas de câncer. As exceções para um I.M.C. alto, sem risco de problemas, são os atletas de elite e halterofilistas, devido ao aumento de massa muscular; mulheres grávidas ou lactantes, crianças em fase de crescimento e pessoas idosas sedentárias.