sexta-feira, 19 de julho de 2013

JUSTIÇA DECIDE : AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA SO PODEM SER MINISTRADAS POR PROFISSIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA!



O portal “educacão.com”, publicou a matéria, sobre natação e rinite que gostaria dividir com vocês.

Rinite e natação é uma relação facilmente confundida com bronquite e natação, ou asma e natação. Isso porque a indicação mais comum para curar problemas respiratórios é praticar esportes, principalmente nadar. A melhora dos sintomas da bronquite devido à natação é comprovada, sendo ainda um dos exercícios aeróbicos mais eficientes, que gera uma infinidade de benefícios para pulmões e sistema cardiovascular. Mesmo assim, na rinite, o efeito de nadar pode não ser o mesmo.
Devido à quantidade de produtos químicos usados para tratar a água das piscinas, o que ajudaria a aliviar os sintomas da rinite acaba agravando a situação. Cloraminas, subprodutos do cloro, são as principais substâncias que causam as reações alérgicas e desencadeiam as crises.

Nadar, sim ou não?

Se a piscina causa rinite alérgica, deve-se procurar outro esporte – como exemplo, André Heller, da Seleção Brasileira de Vôlei, tentou a natação para amenizar os sintomas da rinite, mas não adiantou e ele procurou outro esporte.
De qualquer forma, a complicação não acontece com todos e não pode ser generalizada. Henrique Rodrigues é um bom exemplo disso: o atleta foi diagnosticado com rinite alérgica aos 5 anos de idade, mas começou a nadar e suas braçadas o levaram a integrar a Seleção Brasileira de Natação.
Sem se apegar a opiniões formadas, o ideal mesmo é iniciar uma atividade física qualquer, de preferência da pessoa, e ter acompanhamento de profissionais. À medida que as dificuldades aparecem, as soluções são propostas. 
A rinite é uma doença que não tem cura, mas a vida é perfeitamente normal para quem tem o mínimo de cuidados com a saúde e procura meios de aprender a lidar com as crises, ou evitar suas causas.





Um abraço,
Sandro Arêdes
Mestre em Educação Física

sgaredes@globo.com

quinta-feira, 11 de julho de 2013

O inverno, estação mais fria do ano. Chocolate quente, consumo de calorias a mais, agasalho, edredom e finalmente estamos na "estação do urso", em que milhares de pessoas adorariam poder hibernar, ao invés de ter que levantar cedo para trabalhar e praticar atividades físicas.
Com a queda da temperatura, algumas alterações no organismo e de comportamento são observadas, como gripes, resfriados e a tão gostosa preguiça que afasta as pessoas das academias. 
As pessoas não sabem é que a interrupção de uma atividade física, principalmente no inverno, fragiliza o organismo, pois a prática regular de exercícios aumenta a resistência orgânica do indivíduo. É necessário mudar esse pensamento de que atividade física só se pratica no verão.
As pessoas que praticam atividades físicas nessa época de inverno podem ter vantagens únicas, como a melhora do apetite e do sono, além de ser saudável e apresentar menos riscos à saúde, porque os exercícios e as atividades físicas tornam o coração menos vulnerável a doenças. Com o clima mais frio, o corpo irá queimar mais calorias para manter-se aquecido, aumentando seu próprio calor. Desta maneira, as pessoas que pretendem eliminar peso podem beneficiar-se com as mudanças fisiológicas do corpo geradas pelo frio, pois o mesmo pode potencializar os exercícios e aumentar seus efeitos. Porém, não podemos generalizar, pois os resultados irão depender da quantidade e da intensidade do exercício, e principalmente da alimentação.

Alguns cuidados são necessários antes de fazer exercícios com as baixas temperaturas:
·   Mesmo com o clima frio, o ideal é usar roupas leves como calça e casaco de moletom. Abafar o corpo com muita roupa deixa a pessoa sujeita aos mesmos problemas que teria no calor;
·   Blusas impermeáveis são proibidas, inclusive cobrir o corpo com filme plástico com a intenção de queimar mais gordura, você pode desidratar com essa atitude;
·   O corpo em repouso leva mais tempo para atingir a temperatura ideal para a atividade física, por isso é importante alongar e aquecer.
·   Hidratação antes, durante e depois é essencial, pois como no verão seu corpo também perde líquido através da transpiração.

Dicas para não deixar de praticar exercícios mesmo com o frio:
·   Se você pratica atividades físicas ao ar livre, uma boa opção é trocar esse espaço pelas academias e clubes que possuem climatização;
·   Por ser uma época em que os abusos com chocolates e comidas calóricas acontecem, é mais um motivo para deixar a preguiça de lado;
·   Escolha o horário de sol mais quente, não necessariamente ao meio dia, mas um horário em que o calor dos raios estimule seus músculos ao exercício físico;
·   Ouça músicas animadas e de um repertório conhecido, que estimule você a dançar.

Um abraço,
Sandro Gonzaga de Arêdes
Mestre em Educação Física

sgaredes@globo.com

segunda-feira, 8 de julho de 2013

quinta-feira, 4 de julho de 2013

COMO CONTRATAR UM PERSONAL


Atualmente o termo "personal" está dando um certo status para uma profissão conhecida há muito tempo: o velho, mas eficiente, professor particular.
Hoje em dia, temos professores particulares para quase todo tipo de coisa, até para aprender a se vestir! Mas vou falar particularmente do personal trainer, que é o profissional de educação física (bacharelado), mas com especialização na área de treinamento individual ou personalizado. Digo eficiente, porque normalmente as pessoas procuram o particular quando percebem que não estão tendo resultados satisfatórios numa aula normal ou treinando sem acompanhamento.
Realmente por mais competente que seja o profissional, não é possível dar total atenção a cada cliente, com a sala de musculação cheia. E é aí que está a diferença: o personal trainer estará lhe dando atenção exclusiva o tempo todo. Quanto mais tempo juntos com o personal, mais informações vocês estarão trocando e assim, mais dados a seu respeito ele vai ter. Isso é muito importante e vai permitir que ele lhe oriente de forma muito mais abrangente, considerando inclusive, seu estado psicológico, seu humor, etc. A partir daí que os resultados serão mais facilmente alcançados. Para que o personal chegue a esse ponto, é claro que é necessário que haja muita confiança entre profissional/cliente.
Como contratar então, uma pessoa em quem você vai confiar seu corpo e sua saúde? Alguém para lhe ensinar a conhecer e cuidar de si mesmo? Uma escolha mal feita pode acarretar danos à sua saúde e com a abertura desse mercado, infelizmente, muitos sem a qualificação necessária, estão oferecendo esse serviço. Por isso antes de qualquer contratação, certifique-se que o profissional tem formação universitária em Educação Física (bacharelado), especialização em "personal training" e verifique suas referências. Você também pode consultar o Conselho estadual de Educação Física (CREF1).
O personal trainer deve ter conhecimento nas áreas de anatomia, fisiologia do exercício, biomecânica, avaliação física, psicologia do esporte, e conhecimento específico para a prescrição de exercícios para grupos especiais (como pessoas com cardiopatias, hipertensos, obesos, etc). Deve estar preparado para trabalhar com as necessidades específicas de cada um e respeitando suas individualidades biológicas; fazer um trabalho multidisciplinar, sempre em conjunto com o médico, o nutricionista, fisioterapeuta, psicólogo ou qualquer outro profissional da área da saúde que seja necessário dentro dos objetivos do cliente.
O personal trainer não exige lugar específico para trabalhar, e nem promete resultados milagrosos. Deve ser um bom ouvinte e estar sempre atenta a sua solicitação. O bom profissional está sempre atualizado e embasado em pesquisas científicas.