quinta-feira, 29 de outubro de 2009

SALTO COM VARA


ORIGEM
• Os Gregos usavam a vara para passar por cima de touros bravos.
• Os Celtas usavam a vara para pular em extensão.
• Era praticado como salto horizontal, ganhando a versão vertical no final do século XVIII na Alemanha.
• Em 1896 passou a fazer parte dos Jogos Olímpicos.
• Eram utilizadas varas de bambu ou metal.
• Em 1962 a vara de fibra de vidro teve a autorização da IAAF.

Competição: Antes de iniciar a competição, o árbitro chefe anunciará a altura inicial e as subseqüntes que a vara será elevada.
TENTATIVAS
• O atleta pode começar a saltar em qualquer altura;
• Três falhas consecutivas o atleta é desclassificado;
• A barra nunca será elevada em menos de 2cm;
• Após o atleta vencer a prova a altura da barra será decidida por ele mesmo.
EMPATES
• Competidor com número menor de saltos na altura do empate;
• Competidor com menor número de falhas;
• Saltar na altura do empate.

A COMPETIÇÃO
• Os atletas podem mexer nos postes a cada tentativa, desde que o árbitro seja avisado;
• É permitido colocar substâncias nas mãos que facilite a pegada;
• Não é permitido o uso de luvas, esparadrapos para proteger os dedos;
• Se a vara quebrar, não é considerado um salto falho.
FALHAS
• Queda da barra;
• Passando por baixo da barra;
• Mexer as mãos após deixar iniciar a corrida;
• Mexer na barra colocando-a no lugar.
FASES DO SALTO
• Corrida de impulso
• Encaixe
• Elevação
• Oscilação
• Impulso ascendente
• Volta ou giro
• Impulso final
• Passagem sobre a barra ou sarrafo
• Queda
O CORREDOR
- Comprimento mínimo de 40m e largura de 1,22 a 1,25m;
APARELHOS
- Os atletas levam suas varas;
- Os postes devem ser rígidos;
- O encaixe é uma caixa colocada no chão para que a barra seja colocada;
ÁREA DE QUEDA
- Medindo no mínimo 5m de largura e 5m de comprimento.

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