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quarta-feira, 4 de agosto de 2010

TRÊS EXERCÍCIOS PARA COMBATER O COLESTEROL





Se praticar exercícios físicos é vital para que uma pessoas saudável mantenha uma boa qualidade de vida, o que dizer sobre pessoas que sofrem de algum distúrbio? Eles são essenciais na prevenção, no controle e no combate ao colesterol. Os exercícios influenciam no metabolismo dos lipídeos e são capazes de reduzir o colesterol ruim (LDL) e os triglicerídeos, aumentando, ainda, o colesterol bom (HDL).


Para acertar na escolha, confira os três exercícios mais indicados para quem sofre com alta taxa de colesterol:


Natação e hidroginástica


Se você, além de estar com o colesterol alto, está acima do peso, estas são as melhores opções. A água minimiza os riscos de lesão e, ainda, facilita os movimentos.


Frequência: 3 vezes por semana.


Caminhada


A facilidade de praticar esta atividade é, sem dúvidas, a sua maior vantagem. Você pode adaptá-la a sua rotina, praticá-la sozinho ou acompanhado, ou seja, não existem desculpas para ficar parado.


Frequência: 4 vezes por semana.


Bicicleta


Neste caso, você pode escolher entre praticar esta atividade na academia ou ao ar livre. A vantagem da aula de spinning, que é a bicicleta na academia, é que os exercícios são mais puxados e a perda de peso é bem acelerada. Porém, esta aula só está liberada com o aval do seu médico!


Frequência: academia – 2 ou 3 vezes por semana; ao ar livre – 3 ou 4 vezes por semana.

Fonte: suadieta.com.br

CIÊNCIA IGNORA MULHERES





Já há muito tempo as mulheres conquistaram seu espaço na sociedade, mas nos estudos sobre o desempenho de atletas elas ainda são praticamente ignoradas, o que deixa uma enorme lacuna no conhecimento sobre as diferenças de gênero quando o assunto é exercício físico.

“Nós simplesmente não entendemos as mulheres”, admite David Rowlands, do Instituto de Alimentos, Nutrição e Saúde Humana da Universidade de Massey, na Nova Zelândia, em entrevista ao "New York Times".

Há alguns anos, Rowlands coordenou uma pesquisa sobre a recuperação da fadiga muscular em ciclistas masculinos e descobriu que o consumo de proteínas juntamente com carboidratos acelera o processo. Instado recentemente a repetir a experiência com mulheres ciclistas, ele teve uma surpresa: no caso delas, a ingestão conjunta de proteínas com carboidratos não influiu na recuperação.

Outras pesquisas apontam ainda que as mulheres atletas não se beneficiam como os homens de dietas ricas em carboidratos antes de competições, acumulando apenas metade da energia que os homens carregam em seus músculos. Por outro lado, elas também sofrem menos danos musculares que os homens ao praticarem exercícios extenuantes.

Por que as mulheres são diferentes? Uma das explicações pode estar no hormônio estrogênio, que teria maior efeito sobre o metabolismo e os músculos do que se acredita. A ciência, no entanto, ainda tem que correr atrás delas, confessa Rowlands. Enquanto isso, aconselha o pesquisador, as mulheres devem ver com ceticismo qualquer pesquisa sobre esportes, pois na maior parte das vezes elas são feitas apenas com cobaias masculinas.

Fonte: Jornal O Globo