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sábado, 10 de março de 2012

BENEFÍCIOS DO EXERCÍCIO FÍSICO NO TRATAMENTO DA DEPRESSÃO


Tenho conversado com algumas pessoas na academia sobre as mudanças corporais que o exercício físico proporciona e todas as pessoas têm relatado que além dos benefícios físico o bem estar que os exercícios proporcionam, o bom humor e a disposição para o dia a dia melhoram na mesma proporção.
Há toda uma série de coisas que acontecem quando começamos a fazer exercício físico. Esta ativação geral inclui diversos sistemas do corpo. Desde a ativação do metabolismo cardiovascular, vários tipos de alterações endócrinas no cérebro, vários tipos de alterações hormonais e mudanças fisiológicas acontecem um pouco por todo o organismo. Este tipo de mobilização do corpo faz com que existam igualmente algumas alterações no nosso cérebro, contribuindo para alterações positivas nos estados de humor.
Abaixo, algumas perguntas e respostas encontradas no site: http://www.escolapsicologia.com

O que acontece psicologicamente quando as pessoas começam a exercitar-se?

Depende do grau e nível de exercício. Com o exercício físico moderado, por exemplo, fazendo caminhadas curtas de 5 ou 10 minutos, verificam-se alterações significativas em alguns estados de humor primário, materializando-se no aumento de energia. Secundariamente, às vezes verifica-se também uma redução da tensão.
Com o exercício mais intenso, por exemplo, de uma hora de exercícios aeróbicos mais ritmados, há uma redução temporária da energia, verificando-se também uma redução da tensão, mas, muitas vezes, após a recuperação do treino, ocorre um ressurgimento da energia. Dá-se um processo de efeito retardado do exercício físico. Depois da atividade, a pessoa sente-se cansada, com menos energia, mas por um efeito de adaptação, e após um tempo de recuperação, a pessoa sente-se com mais energia e mais resistente. Promovendo o impulso para a ação.

Mas  as pessoas deprimidas têm que exercitar-se intensamente para conseguirem um impulso no seu humor?
Não, mesmo com exercícios de baixa intensidade, verificam-se melhorias muito significativas. Caminhar a um ritmo moderado, e outras vezes mais rápido, por um tempo curto (5- 10 minutos), podendo estes intervalos ser repetidos depois de um período de descanso (2-3 minutos) e depois nova caminhada de (5-10 minutos), os benefícios irá fazer-se sentir rapidamente,  há um aumento significativo na energia e isto pode ser sentido quase imediatamente.




Atletismo na Educação Física Escolar


O recém eleito presidente da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt), José Antonio Martins Fernandes, propõe modalidades a mais que o futsal, basquete e handebol na  Educação Física Escolar brasileira.

O presidente declarou ao jornal Folha de S.Paulo requisitar uma reunião com o Ministro da Educação, Aluízio Mercadante e com líderes esportivos para discutir a inclusão do atletismo na educação física escolar. 

O encontro teria o objetivo de apresentar um diagnóstico do atletismo e mostrar as perspectivas de desenvolvimento do atletismo no país. De acordo com Fernandes, “o atletismo é um esporte base, que representa todos os outros esportes”. ”Podemos introduzir o miniatletismo na educação física escolar”. “Não é utópico, não é nada do outro mundo, e poderia dar avanço muito rápido à educação física escolar no Brasil”. 

Atletismo adaptado para escolas


O presidente da CBAt, que assume apenas em 2013 para ocupar o cargo até 2016 - ano em que o país sediará as olimpíadas, definiu o “miniatletismo” como uma versão das modalidades esportivas adaptadas às condições específicas das escolas. Ou seja, nenhuma escola precisaria de uma pista de atletismo para a introdução do esporte, pois se utilizariam de outros materiais para simular uma pista de corrida. 

Como já é realizado em outros países, o atletismo na educação física escolar espera fortalecer a base dos esportes, visando um crescimento a longo prazo dos esportistas brasileiros.

 Fonte: educacaofisica.com. br